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riscos_e_rabiscos

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É já amanhã...

Uns vêm outros vão. De férias.  E eu estou em fase de mentalização para me levantar às 6.30h da manhã para regressar ao trabalho: como sempre, no mês de Agosto, tenho o colégio a meu cargo. Vamos lá ver que peripécias me aguardam este ano. Já sei que o meu regresso será celebrado com águinha da chuva... {#emotions_dlg.smile}

A segunda semana.

(post escrito com teclado avariado)

 

Porque será que a ultima semana de férias e aquela em que surgem sempre resmas de coisas para fazer? A primeira semana correu lindamente e em paz. Culminou com uma reunião de família.

 

Esta semana começou já meio enguiçada. Acreditam que o N. correu Seca e Meca e Alguidares de Baixo a procura de uma oficina que lhe conseguisse tirar um parafuso para poder mudar uma correia de transmissão (acho que e isto :P)? Nem mesmo com aquelas pistolas que apertam e desapertam os parafusos das rodas dos bólides, se conseguiu tirar.

Hoje, a nossa senhora das porcas e parafusos lá teve pena dele e, finalmente, encontrou a oficina certa e o parafuso saiu!!! Hoooray!!! Mas claro que as coisas não podiam correr a 100% bem: havia uma peça trocada. Esperemos que amanha se resolva tudo definitivamente.

 

Esta semana vai mesmo ser uma confusão. Amanha o meu cunhado vai ser operado, portanto será um dia passado no hospital. Depois terei que o ir levar lá abaixo. De regresso, aproveitaremos para vir “passeando”.

Tenho de ir as finanças e a segurança social. Como vou voltar a trabalhar dia 1 de Agosto, tenho de ir reabrir a minha actividade. Cheira-me a grande seca. De novo.

Depois tenho de ir ao colégio buscar as chaves e acertar agulhas com o director.

 

De seguida, entramos no fim de semana, que vai passar num estalar de dedos, e segunda-feira será dia de trabalho. Fixe, não? Not!{#emotions_dlg.cry}

Grande Bronze...

(post escrito com teclado avariado)


… a camionista!!!{#emotions_dlg.annoyed}

 

Ah pois e! Como não tenho ido para a praia porque esta um vento horrível, e eu detesto levar com “pedregulhos” – e esta a sensação que os grãos de areia me provocam – nem com a boca cheia de areia, logo, uns quilos mais pesada, tinha de apanhar sol de alguma maneira.

 

O N. precisava de umas correias e outras coisas para o carro e, como de seguida precisava de ir as compras, peguei no Pimentinha e fui com ele. Eu e o cão ficámos no carro, enquanto o N. e o meu irmão foram a loja.

 

Eu sabia que ia demorar um bocadinho, mas uma hora?!? Ainda por cima o único lugar de estacionamento vago, era com o meu lado ao sol. Para me distrair, vi o novo catalogo da Yves Rocher, “ouvi”a conversa ao telemóvel de um gajo que se veio colocar mesmo junto a minha janela, joguei um joguinho no telemóvel e, entretanto, chegaram os “homens”.

 

Quando reparo no meu braço direito… tcharammmmm…!!! Ganda bronze a camionista! E que eu sou daquelas que apanha um solzinho e fica logo com cor. A zona da dobra do braço esta branca – de estar dobrado a jogar joguinhos –  e ate onde a manga tapava esta igualmente branco… humpf!

Peditórios a mais!

Post escrito com teclado avariado.


Com a chegada do N. de férias, fomos comprar os produtos básicos de alimentação, uma vez que o frigorifico estava meio vazio. Como estávamos a precisar de um cabo para a nossa TV, decidimos ir a procura nos hipermercados e lojas de electrodomésticos.

 

Como na minha zona há todos os supermercados e lojas de electrodomésticos e mais algumas, optamos por entrar logo no primeiro que nos surge no caminho. Chamemos-lhe o vermelho ( que ninguém me paga para fazer publicidade!).

 

Entrámos na parte da venda de electrodomésticos e mal pusemos um pé na loja fomos logo cravados para um peditório não sei de quê, e nem para quê, e tínhamos que comprar um boneco. Eu, apanhada de surpresa, fiquei meia sem reacção e respondi “já se vê… isto anda mau”. Achei que esta era uma resposta delicada para não dizer imediatamente que não.

 

Fui `a procura do que ia comprar – que não encontrei – e a saída sou abordada, novamente, pela tal senhora do peditório. Respondi-lhe “desculpe” nem sei porquê e segui em frente para a parte da alimentação. Ainda não tinha andado 3 ou 4 metros, quando somos novamente abordados, desta vez por duas fulanas. Mais um peditório para não sei quem para contribuirmos para a causa não sei quantas. E mais uma vez para comprar mais uma “merdice” qualquer. Ainda não tínhamos tido tempo de respirar de um peditório, já estávamos a ser cravados para outro! Desta vez foi o N. a safar-nos da situação.

 

Como não encontramos o tal cabo eléctrico que nos fazia falta, fomos a outra loja de electrodomésticos. Chamemos-lhe não-sou-parvo. Ainda mal tínhamos tido tempo de colocar um pé dentro da loja, já estávamos a ser cravados para ajudar não sei quem comprando mais um boneco. Voltamos a dizer que não, que as coisas estavam mas (e estão, como já devem ter lido aqui) e que estava desempregada. Mas esta senhora achou que pelo facto de irmos comprar o cabo, estávamos a fazer uma despesa enorme e a saída, como nos não contribuímos, ainda respondeu com uma grande lata “pois, já vi que contribuíram para vocês”. Estava a ver que o N. se virava e lhe ia as fuças…

 

Hoje, tive de ir fazer mais umas compras básicas e no meio do corredor do supermercado – aquele que diz “sabe-bem-pagar-pouco” – sou interpelada por uma senhora a perguntar se não quero medir a tensão. Aqui a Pepper Maria que cai em todas e mais alguma, disse que sim. Pensei que fosse alguma campanha de rastreio. Quando me aproximo da mesa onde estavam a fazer a medição, percebo logo, pela conversa da pessoa que estava ser medida, que aquele era mais um peditório e que se tinha de comprar um porta-chaves. Pisguei-me sem dar cavaco a ninguém.

 

Só vos digo que fiquei saturadíssima. Se eu tivesse contribuído para todos tinha gasto alguns 20 euros ou mais. e que estas “merdices” custavam a volta de 5 euros cada uma! E a assertividade e marketing agressivo destas senhoras se fosse utilizado pelo Passos Coelho para salvar a patria, era em menos de um farelo que saiamos da crise.

 

Contribuir para causas sim. Mas para as que eu quiser e não mediante uma quantia obrigatória. As coisas estão más para todos mas se pudermos contribuir com pouco, sempre damos uma ajuda. Ah e não e a pegarem-nos por um braço e meterem-nos “uma faca ao pescoço”... 

Não são giros? :)

Os meus sapatos baixinhos e confortáveis, já deram o que tinham a dar. Restam-me umas sandálias brancas estilo gladiador que, este ano, teimam em me aleijar no dedo grande dos pés. Devem querer  reforma mas com esta crise e no estado em que estão ainda têm que palmilhar muito caminho.

 

Ontem a minha mãe convenceu-me a ir com ela à feira. E eu fui, mais para lhe fazer a vontade do que para outra coisa. Às vezes não tenho pciência para encontrões e gente "estacionada" no meio do caminho sem deixar passar os outros. Mas a minha mãe é óptima para se levar às feiras - e ela gosta bastante - pois escarafuncha tudo e encontra verdadeiros achados.

 

Ora, como eu referi em cima, com os meus sapatos em vias de extinção (ai que saudades do tempo em que tinha um par de cada cor!) e ao ver dois modelitos que me agradaram bastante, resolvi experimentá-los. Foi amor à primeira experimentadela! Já não os larguei mais! E sabem o melhor? São em pele e os dois pares custaram-me 8 euros!!! Conseguimos comprar um par na sapataria? Eu não consigo, a não ser que sejam de plástico e depois tenha de ficar em casa o resto do verão de patas para o ar cheia de bolas e de pés cozidos! Pézinhos delicados, os meus...

 

Ora vejam lá:

 

 

De qual gostam mais? Eu adoro as cinzas.:)))

 

O meu (im)posto.

Cada vez percebo menos e cada vez mais me metem a mão ao bolso! E eu vejo e calo-me!

 

Como todos aqueles que me visitam sabem, sou uma professora que trabalha em duas escolas a recibos verdes. Os meus vencimentos resumem-se ao número de dias que trabalho por mês, logo, os meses mais pequenos, com feriados ou férias, é uma miséria. Já nem falando nos meses de pausa lectiva, ou férias, como quiserem designar, em que estou “desempregada” e a viver do ar. Ao parco vencimento (cerca de 500 euros nos meses normais), ainda faço os descontos brutais para a segurança social.

 

Agora pergunto eu: ainda tenho que pagar o Imposto Extraordinário? Então depois vou viver do quê? É que eu não recebo nem subsídio de férias, nem subsídio de Natal, bem pelo contrário! Quando todos os trabalhadores por conta de outrém recebem mais um ordenado, eu recebo metade ou menos do meu ordenado normal.

 

É que trabalhar a recibos verdes não é sinónimo de auferir ordenados astronómicos. Os recibos verdes ganharam de tal forma “popularidade” que muitos de nós, se quisermos trabalhar (e não ter um emprego) temos que nos sujeitar. Não temos alternativa. E para muitos de nós, esta é a actividade principal e única, não é uma outra forma de realizar dinheiro extra.

 

Este é o estado da nação e o meu ainda é pior…

Destaque surpresa! :)

 

De manhã fui às compras e cheguei a casa cansada e cheia de calor. Almocei e, como estou em férias - e super entediada... já tinha dito isto? - resolvi esticar-me na minha cama e ver um pouco de TV. Pois, a intenção era ver um bocadinho de TV para passar o tempo mas quando dei por isso, tinha adormecido!

 

Acordei com uma sensação de ressaca. Como tinha de procurar o telefone fixo de uma das minhas entidades patronais (nesta era do telemóvel é assim!), liguei o PC. Foi então que vi uma mensagem do meu N. que me dizia "tas em destake no sapo". Estou o quê? Onde? Se calhar estou mas é na secção dos "Recortes", pensei eu pois era onde estava ontem com o meu post da Horta na varanda.

 

Afinal estava enganada! Estava mesmo em destaque. Mais uma vez obrigada ao Pedro e á equipa do Sapo que me acompanha já há algum tempo (estamos a ficar velhos, hein?{#emotions_dlg.blink}) e a quem eu sou fiel.

 

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